O escritor Paulo Coelho rebateu o Secretário Nacional de Fomento e Incentivo à Cultura, André Porciuncula, após ser chamado por ele de “maconheiro”. A troca de farpas começou quando o autor de “O Alquimista” fez um post falando que o presidente Jair Bolsonaro agiu certo ao cortar o secretário especial de Cultura, Mario Frias, e André, responsável pelos repasses da Lei Rouanet, da comitiva que vai acompanhá-lo a viagem que fará a Russia, Hungria e Polônia. “Finalmente uma boa decisão de Bolsonaro: limar os palermas Mario Frias e André Porciuncula que prometem e não mostram os recibos da mamata de viagem aos EUA de continuar o turismo tosco. Lembro que não permitiram o Festival do Capão captar recursos. Mas nós vimos a tempo”, postou Paulo, referindo-se a viagem a Nova York que Mario fez para discutir um projeto audiovisual. A viagem em questão foi custou mais de R$ 39 mil entre passagens e diárias e esse dinheiro saiu dos cofres públicos

O diretor da Lei Rouanet rebateu a publicação do escritor: “Maconheiro, palerma é você. A viagem foi remarcada devido às tensões na região, mas ainda iremos, temos acordos culturais internacionais para celebrar com a Rússia e Hungria. E idiota, eu não fui para Nova York, Mario fez uma delegação pequena e econômica”. A discussão, iniciada no último fim de semana, continuou nesta segunda-feira, 14, pois Paulo comentou sobre o post feito por André com um seguidor, que disse ao autor que os secretários do governo Bolsonaro estavam sentindo as críticas feitas por ele no Twitter. “Eu vi agora, quando o André teve um surto e passou a tuitar sobre maconha (está na excelente biografia ‘O Mago’, de F. Morais). Mas os recibos prometidos, Mario Frias não mostrou nem para o Bolsonaro”.

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