A festa de apoio ao Palmeiras antes do embarque para a disputa do Mundial de Clubes, realizada nos arredores da Academia de Futebol, nesta quarta-feira, 2, despertou uma curiosidade em diversos torcedores. Através das redes sociais, muitos palmeirenses questionaram o motivo de uma “bandeira da Suécia” marcar presença no meio da organizada. De acordo com Fernando Galuppo, historiador do Verdão, a bandeira, na verdade, é do Parma, da Itália. “A história se inicia quando o Palmeiras firma acordo com a Parmalat nos anos 90. Houve dois amistosos entre Parma e Palmeiras para celebrar essa amizade. E as duas torcidas organizadas dos dois clubes trocaram bandeiras entre si”, explicou em contato com a reportagem da Jovem Pan.

Nas redes sociais, alguns torcedores do Palmeiras afirmaram que a bandeira é considerada um amuleto para o clube, que busca, a partir da semana que vem, o seu primeiro título do Mundial de Clubes da Fifa – a estreia será diante de Monterrey (México) ou Al Ahly (Egito), na terça-feira, 8. Apesar disso, o historiador afirma que o objeto está acima da questão sorte. “Ela nos acompanha desde o início da era Parmalat. Nas vitórias e derrotas. Essa bandeira é uma identidade da torcida que remete a um período de glórias, o qual todo palmeirense se orgulha em sua história. Essa é a sua principal simbologia”, acrescentou Galuppo.

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