Uma velha preocupação está volta ao Rio de Janeiro, as arboviroses: dengue, zika e chikungunya. A capital fluminense se encontra em situação de alerta para essas doenças transmitidas pelo mesmo mosquito, o Aedes aegypti. Um levantamento feito pela prefeitura apontou que o chamado índice de infestação predial está na faixa de 1% a 3,9%, que representa uma situação de alerta no município. Na cidade do Rio somente neste ano já são quase 900 casos confirmados de dengue, podendo haver subnotificação.

Quase 100 mil imóveis foram vistoriados pela prefeitura nessa que é considerada a primeira pesquisa pós-pandemia. Em algumas localidades da cidade, a situação é considerada a pior. Os extratos na faixa de risco estão em parte dos bairros de Gamboa e Cidade Nova, na região central; Campinho e Madureira, no subúrbio; Campo Grande e Guaratiba, Pedra de Guaratiba, Cosmos, Paciência e Santa Cruz, na zona oeste da capital. Essas áreas vão ter um reforço de ações da Secretaria Municipal de Saúde para o controle do vetor.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, a proliferação do mosquito Aedes aegypti tem explicações muito simples: De março até agora, muita chuva atingiu o Rio de Janeiro, além das temperaturas elevadas, ambiente propício para o desenvolvimento do mosquito. As autoridades pedem que a população tome cuidado e fique atenta às medidas necessárias para evitar a disseminação do Aedes aegypti. A ordem é evitar a todo custo o acúmulo de água em casa. Já a Covid-19, ma última semana, segundo a média móvel da capital, foram registrados 34 mortes diárias por causa da doença, o que representa uma alta de 265%. Entretanto, segundo a Secretaria Estadual de Saúde, dos 230 óbitos da última semana apenas seis efetivamente aconteceram na semana passada.

*Com informações do repórter Rodrigo Viga

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